domingo, 27 de março de 2011







Caio, peguei 5 alfabetos: o dos anões, dos elfos e outros três que não sei quais são.

14. Missão cumprida

O grupo então retornou à cidade de Tharen, para entregar a cabeça do dragão e os tesouros encontrados. Como recompensa, o prefeito da cidade resolveu ficar apenas com o ovo, deixando todos os itens mágicos e dinheiro para o grupo.

Durante os dias que estiveram fora, o mestre conseguiu fazer uma inspeção mais cuidadosa no ovo que eles haviam recuperado na aventura anterior e descobriu que este havia sido corrompido. Ele não sabe precisar qual criatura foi infundida no ovo, mas existe uma esperança de conseguir reverter a situação. Para isso, eles propõem uma nova missão para os heróis: ir até a cidade de Palmas de Melora para encontrar um gigante de pedra afundado no mar, em cujas mãos está presa a Pedra Mágica de Jainoor, que pode ser usada em um ritual de purificação do ovo.

Para ajudar nessa empreitada, o prefeito e um grupo de comerciantes interessados disponibiliza uma pinaça (um barco de fundo chato que carrega até 20 criaturas). No entanto, visto a pressa e também a confidencialidade da missão, eles mesmos é que devem pilotar o barco, sem o auxílio de nenhum marinheiro experiente.

(sessão do dia 26 de março)

Encontro de Nível 4: 175 XP por jogador

13. A caverna na montanha

Quando se recuperavam do ataque dos goblins na ponte, o grupo notou um outro goblin pequeno que roubou alguma coisa no lagarto de carga e fugiu pela floresta. Shanã/Luisa até tentou seguí-lo, mas a mata fechada dificultava seu deslocamento, enquanto o pequeno goblin seguia rápido.

O grupo seguiu sua pista que subia pelas montanhas. Depois de alguns minutos de caminhada chegaram a uma grande caverna. Com um perfeito ataque coordenado, Hallty/Rodrigo e Google/Caio liquidaram o vigia sem que ele nem reagisse. Em seguida, Lihi/Marina conjurou seu espírito entre dois outros goblins que pareciam distraídos, mantando um deles rapidamente. Balasar/Pedro se deslocou para o interior da caverna e Shanã/Luisa seguiu-o de longe, dando cobertura. Mesmo assim ele foi cercado por um goblin capanga e um racha-crânio. O espírito também foi logo cercado por mais dois lacaios, mas que não causavam-lhe dano. Um segundo atirador apareceu na plataforma onde estava o primeiro, mas também foi rapidamente liquidado pelos agressores. Apesar de cercado pelos dois oponentes mais fortes, Balasar/Pedro aguentou bem os ataques enquanto seus colegas concentravam seus ataques em cada um dos inimigos, derrubando-os um a um.

Por fim, o grupo explorou a caverna e encontrou as peças de ouro roubadas e também uma pilha de pérolas, escondidas em uma concavidade bem alta. Aparentemente os goblins nunca tinham chegado ali, pois elas estavam bastante empoeiradas. A caverna parece ter sido usada por uma criatura bem grande, muito maior que todos eles.

(sessão do dia 26 de março)

Encontro de nível 4: 175 XP por jogador

sábado, 26 de março de 2011

12. A Ponte dos Arcos

Convencidos pelo homem-lagarto, o grupo resolveu voltar para a Fazenda pela outra estrada e aproveitar para limpar o caminho de qualquer goblin que aparecesse. E isso não foi difícil. Quando cruzaram a Ponte dos Arcos, sobre o Rio Verde, foram atacados por uma saraivada de flechas e azagaias. Alguns goblins apareceram bloqueando o caminho, enquanto outros os cercaram por trás. Balasar/Pedro, que vinha pelo ar com seu hipogrifo, saltou bem em cima de um dos inimigos que estava perto de Hallty/Rodrigo, o último da fila. Os goblins que bloqueavam o caminho eram lacaios e foram facilmente liquidados (Shanã até conseguiu jogar um pela ponte, que se estatelou lá em baixo). Os inimigos que deram mais trabalho foram dois atiradores que atacavam de longe. Como o grupo se concentrou nos inimigos mais próximos, os atiradores tiveram alvos fáceis. Google/Caio foi seriamente atingido, mas o auxílio de Lihi/Marina e de Balasar/Pedro ajudou na sua recuperação.

(sessão do dia 26 de março)

Encontro de nível 3: 150 XP por jogador

História de Hallty

Um dia um menino elfo foi encontrado sozinho na floresta por um caçador elfo, que resolveu criá-lo. Desde os oito anos começou a treinar para ser um arqueiro e demonstrou grande perícia no manejo do arco longo. Ao ficar mais velho, em uma de suas missões, perdeu a visão, depois de amaldiçoado por um bruxo maligno, que controlava halflings. Depois disso, todos o abandonaram, deixando-o com muita raiva. Mesmo assim, não desistiu de seu treinamento e acabou desenvolvendo capacidades exepcionais, como o poder de quase prever os movimentos dos inimigos.

Então, chegou o dia em que ele liberou toda a sua raiva, destruindo o povoado perto da cidade de Tharen. No meio da batalha, Hallty percebeu que estava fazendo a coisa errada e resolveu mudar de lado. Assim, lutou até não conseguir mais contra seus próprios aliados, que estavam destruíndo a aldeia. Graças a esse ato de coragem, a Rainha de Rapina decidiu curá-lo da maldição e resolveu dar a ele o Manto da Rainha de Rapina (manto que concede +2 nas defesas (exceto CA) e +2 em Percepção e em Furtividade). No entanto, ela espera que Hallty siga os princípios da deusa:

. não demonstrar piedade pelos que sofrem e morrem, pois a morte é o término natural da vida
. derrubar os presunçosos que tentam se livrar das correntes do destino, punindo sempre a arrogância
. procurar os cultos de Orcus e tentar destruí-los quando eles surgirem.

sábado, 19 de março de 2011

11. Subsolo

Como ainda não tinham encontrado nada que parecesse escondido pelo dragão, resolveram descer as escadas para o subsolo.  Lá encontraram o que parecia ser uma antiga cozinha, muito desfigurada e suja, mostrando que estava sendo usada pelos goblins, pois havia muita imundice e cheiro ruim.  Descobriram um túnel escuro e Hallty/Rodrigo resolveu atirar uma flecha para descobrir o que havia lá dentro.  Pelos ruídos de passos e murmúrios, muitos goblins pareciam estar subindo para a cozinha, então resolveram obstruir a passagem.  Com dois tiros certeiros, o arqueiro destruiu uma viga e provocou um desabamento que impediu a passagem dos monstros.  Enquanto isso, Balasar/Pedro tentou abrir uma portinhola à força e acabou provocando uma pequena explosão, mas que só atingiu a ele próprio, sem muitos danos.  Dentro, havia muitas pedras preciosas, uma pequena estatueta, um broche e um cordão com um amuleto de cristal; provavelmente o tesouro do dragão.

Os ítens foram divididos assim:

Espada Longa "Abraço Fraterno" +2
Broche do Curandeiro (AA 162) nv.4
Lihi/Marina
Espada Longa "Coração Furioso" +2
Amuleto da Determinação Física (AA 161) nv.2
Elmo da Oportunidade (AA 134) nv.4
Balasar/Pedro
Espada Longa "Arrepio Mortal" +2
Botas da Furtividade (AA 153) nv.3
Hallty/Rodrigo
Gema do Diálogo (AA 135) nv.2Google/Caio
Estatueta do Cão de Ônix (AA 181) nv.4
Livro de Rituais
Shanã/Luisa
Estandarte de Batalha do Poder (AA 179) nv.4
1515 PO
grupo todo

(sessão do dia 19 de março)

Encontro de nível 1: 100 XP por jogador

10. A biblioteca

O grupo resolveu vasculhar o palacete a procura de esconderijos usados pelo dragão.  Na biblioteca, encontraram um escudo com um símbolo mortuário dracônico que era a chave para uma passagem que os levou à uma câmara escondida.  Lá eles encontraram um túmulo central e passagens para outras três criptas.  Ao tentarem revistar o local, uma aparição fantasmagórica surgiu e contou que era a antiga dona do palacete, que havia sido enterrada com seus três filhos.  Lançou um desafio aos viajantes para que descobrissem qual filho estava em qual cripta, podendo então obter seus pertences.  Porém, para manterem os objetos consigo, os aventureiros deveriam honrar os nomes de seus antigos donos.

(sessão do dia 19 de março)

Encontro de nível 3: 150 XP por jogador

segunda-feira, 14 de março de 2011

9. O palacete

Logo ao se aproximarem da porta de entrada dos fundos do palacete, o grupo foi atacado por 2 grandes bugbears.  Esse primeiro combate se deu bem na entrada, o que facilitou os ataques à distância do grupo, que focaram primeiro em um dos inimigos, liquidando-o logo.  Quando o segundo já estava sangrando bastante o dragão negro apareceu, usando seus poderes de ataque de área e sobrevoando entre o hall e o grande salão. Como o grupo ainda contava com alguma cobertura, esse primeiro ataque não causou muitos problemas.  No entanto, os heróis se deslocaram mal e o dragão conseguiu atingir quase todos ao mesmo tempo com seu sopro ácido. Mas esse foi apenas um pequeno deslize e o grupo conseguiu revidar à altura e aniquilar o inimigo mais poderoso enfrentado até agora.

(sessão do dia 4 de março)

Encontro de nível 6: 255 XP por jogador

domingo, 20 de fevereiro de 2011

História de Lihi

Lihi morava em uma tribo de humanos com sua mãe, Noma, seu pai, Ayab e sua irmã mais velha, Kana, que se parecia muito com Lihi e era sua grande amigas. Sua mãe é a curandeira da tribo, seu pai à ajuda com os remédios e sua irmã queria viajar o mundo à procura de novas espécies de plantas, pois eles os deixava muito curiosa; ela gostaria muito de achar algo curioso como um Ente; mesmo que isso seja muito difícil...
Certo dia, chegou em sua tribo, uma omaticaya chamada Shana, da mesma idade de Lihi. Logo, Lihi e Kana viraram grandes amigas dela.
Os anos se passaram, e Lihi aprendeu bastante sobre espíritos e cura em geral e, por ser muito habilidosa, ajudava a mãe com a invocação dos espíritos durante os atendimentos. Assim, Lihi foi aprendendo cada vez mais sobre a ajuda dos espíritos para cura.
Quando Kana ficou adulta, decidiu fugir de casa, pois sabia que seus pais não a deixariam sair sozinha. No dia seguinte, quando todos acordaram, viram que Kana não estava mais lá e que tinha fugido. Eles ficaram muito abalados e Lihi decidiu seguí-la.
De noite Lihi deixa um bilhete, sai de casa e começa sua jornada. Quando Lihi foi olhar para trás, Shana a olhava e foi para dentro de casa, preparou suas coisas e logo desceu para se encontrar com Lihi e ir junto dela.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

História de Shanã

Shanã nasceu em uma tribo de Omaticaya que adorava a deusa Ewa, localizada no Sul da Floresta, perto do território dos orks com sua família. Aprendeu a se comunicar com seus ancestrais e ter um contato muito grande com a natureza. Ela não tinha proficiência com armas, mas aprendeu vários rituais com sua mãe. Lá viveu com sua família durante 14 anos.
Certa vez a tribo de Shanã foi atacada por um grupo de orks que tinham amizade com um povo lagarto. O estrago foi muito grande, deixando toda a tribo morta. Sozinha, resolveu sair de lá, pensando que ainda haveria orks na região. Já afastada da floresta, encontrou um lugar tranquilo e descansou.
Na manhã seguinte, Shanã conheceu um druida do local e passou a treinar com ele. Ele a ensinou a lidar com armas e a se defender como os Druidas. As técnicas tinham relação com o que aprendeu em sua tribo. Assim aumentou ainda mais seu conhecimento em coisas naturais, comunicação com seus ancestrais e rituais. Logo se transformou em uma guerreira e partiu em busca de uma aventura.
Um dia encontrou uma Xamã, chamada Lihi no bosque que a convidou para conhecer melhor ela e sua tribo. Chegando até lá, Shanã descobriu que haviam enfrentado vários desafios, inclusive com o povo lagarto que tinha atacado sua tribo junto com os Orks. Lembrando o que aconteceu, achou que poderia se vingar com a ajuda do grupo. Assim, Shanã passou a acompanha-lo, participando de suas aventuras e tornando-a um membro.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

8. Dentro dos muros

Após liquidar os guardas, Balasar/Pedro correu para abrir o portão, contando com a cobertura de Hallty/Rodrigo. No entanto, o resto da tropa de goblins chegou muito rápido. Eram 12 soldados, 2 fortes goblins racha-crânio e um mandingueiro, que logo criou uma zona de proteção para seus homens em volta do grupo, o que atrapalhou bastante os ataques dos aventureiros.

Balasar/Pedro foi logo perseguido pelos 2 guerreiros mais fortes, o que foi bom para o grupo, por poupar os mais fracos. Mesmo assim, Luisa foi gravemente atingida pelos montes de goblins esfaqueadores. Apesar de muitos, eles não causaram muitos ferimentos nos outros, principalmente os que conseguiram atacar à distância, como Hallty/Rodrigo e Lihi/Marina. O grupo sofreu um pouco com os ataques, mas não teve maiores problemas para vencer os inimigos e ainda teve um pouco de tempo para recompor as forças antes de seguir atrás do dragão.

(sessão do dia 4 de fevereiro)

Encontro de nível 3: 150 XP por jogador

7. As ruínas

Ao chegarem às ruínas os aventureiros perceberam que este estava bastante bem vigiado por soldados goblins. Com a ajuda do guia do povo-lagarto, conseguiram se aproximar das guaritas sem serem vistos e começar um ataque surpresa. Primeiro o espírito foi conjurado no alto da guarita o que assustou os vigilantes. Em seguida o arqueiro Hallty/Rodrigo escalou a murada, mas os goblins resistiram e os dois que estavam no solo avançaram para auxiliar no combate no chão, recebendo também alguns reforços. O paladino Balasar/Pedro também conseguiu escalar os muros da guarita, auxiliando na invasão, que não durou muito. Transpor os muros foi bem mais demorado do que imaginaram, mas não custou nenhum ferido grave. No entanto, essa demora chamou a atenção do resto da tropa do lado de dentro.

(sessão do dia 4 de fevereiro)

Encontro de nível 2: 140 XP por jogador

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Antecedentes de Balasar

Balasar é um draconato que veio de uma família muito pobre e começou a trabalhar cedo para ajudar seu pai a sustentar a família. Seu trabalho era de aerotaxista e ele transportava pessoas muito influentes no reino de Tharen. Apesar de ser um draconato, conseguia pilotar um hipogrifo e outras montarias com muita facilidade.
Balasar e seus amigos saíram um dia para explorar a floresta de Tharen estavam se divertindo até ouvirem um barulho estranho. Como Balasar conhecia um pouco de animais reconheceu o som como o de um filhote de hipogrifo. Balasar era muito bondoso e por isso levou o animal para cuidar até que pudesse se virar sozinho. Mas Balasar se apegou ao animal e não pode deixa-lo ir e assim formou-se uma bela amizade entre Balasar e Darrak.

Um dia um ótimo freguês lhes deu a oportunidade de treinar para entrar para as forças militares de Tharen. Como não tinha uma oportunidade dessas todos os dias, Balasar aceitou e treinaram duro para serem ótimos soldados, e assim ajudar seu pai a sustentar a família. Um dia Balasar e Darrak foram convocados para fazerem parte dos Templários de Bahamut. Como Balasar era fiel a Bahamut, não recusou e assim ele e Darrak viraram templários de Bahamut. Um dia o templo de Bahamut e o templo de Tiamat do reino vizinho entraram em guerra. Após terem voltado da guerra, o reino de Tharen havia sido atacado pelo reino inimigo deixando muitas casas destruidas e muitas pessoas mortas. Quando chegou foi correndo até sua casa para ver se sua familia estava bem. Sua casa havia sido destruída no ataque deixando toda sua família morta. Com muita raiva, Balasar e Darrak participaram de muitos ataques e se tornaram grandes soldados em batalha.

Após alguns anos, Balasar percebeu que seus atos só haviam destruído um reino que poderia ter sido grande como o reino de Tharen e por isso ele e Darrak abandonaram o templo e foram, não destruir reinos inimigos, e sim ajudar vilas e reinos menores. Com seus favores esplêndidos, tornaram-se famosos e respeitados por uma grande extensão de reinos.
Ser tão famosos em vários reinos tem seus custos. Balasar e Darrak foram ficando velhos, deixando suas habilidades mais fracas.
Um dia, alguns monges lhes chamaram para ir ao templo. Não recusaram. Ao chegar no templo, os monges lhes disseram que era para se ajoelharem em frente a uma estátua de Bahamut. Balasar e Darrak se ajoelharam e após algumas palavras em língua dracônica que os monges disseram, Balasar percebeu que não estavam mais na Terra. Após examinar o local, ouviu uma voz dracônica que lhe dizia para se aproximarem. Ao se aproximarem, Balasar avistou um enorme dragão.
Balasar - Meu nome é...
? - Eu sei os seus nomes. Não os trouxe aqui para se apresentarem e sim para servirem.
Balasar - Nós não servimos mais aos templos.
? - Mas não é ao templo que estou pedindo para que sirvam.
Balasar - Então a quem. Mas... você não se apresentou.
? - Meu nome é Bahamut. Mas acho que vocês já me conhecem.
Balasar - É uma honra estar na sua presença. Mas a quem quer que sirvamos?
Bahamut -A mim.
Balasar - Quer que o sirvamos? Isso seria uma grande honra mas... como?
Bahamut - Como vocês tem sido muito fiéis a mim, espalhando ao mundo o que mais prezo, acho que não se importariam em servir diretamente a mim.
Balasar - Ora, mas é claro que não, mas estamos velhos e não temos mais nossas habilidades de quando mais novos.
Bahamut - Esse não é o maior problema. Só quero saber se vocês aceitam a imortalidade e a juventude eterna para continuarem o que vinham fazendo.

Após pensarem, decidiram que iriam servir e ao piscarem os olhos estavam no chão do templo com 20 anos novamente.
Balasar e Darrak fizeram o que Bahamut havia lhes solicitado e por mais de mil anos vagaram pelo mundo ajudando pessoas e espalhando sua divindade. Com todo esse tempo, Balasar e Darrak começaram a ficar entediados e a pensar em continuar ou desistir, até que quiseram desistir e por mais um longo periodo de tempo ficaram, e ainda ficam, procurando entrar em contato com Bahamut para se desfazerem dessa tarefa.

sábado, 13 de novembro de 2010

6. Batalha no Lago

 Após terem decidido para onde ir, o grupo foi até o lago, onde viram o dragão levantando vôo. Como o grupo estava muito longe do dragão, teve que espioná-lo até ele parar de voar. O guia que os estava levando subiu em uma árvore bem grande e vigiou o dragão, pois ele tinha deixado um "presentinho" ao grupo. Uma Cria Verde Sahuagin, que lhes deu um pouco de trabalho. Após terem acabado com a cria dracônica, foram atrás do dragão que parece ter se escondido nas ruínas.

(sessão do dia 12 de novembro)

Encontro de nível 4: 175 XP por jogador

domingo, 7 de novembro de 2010

5. De volta ao moinho

O grupo voltou disposto a desmascarar a velha, apresentando um colar falso. Ao pegá-lo, ela soltou uma gargalhada assustadora e começou a se transformar em uma bruxa. O combate teve início e ela invocou duas trepadeiras do brejo e mais dois ratos atrozes. No entanto, o grupo enfrentou bem os inimigos e não teve muitas dificuldades em liquidá-los, apesar de todos terem sofrido algum dano dessa vez.

Passaram a noite no moinho, como da outra vez, revezando-se na vigia. No dia seguinte, ao amanhecer, uma presença foi notada se aproximando do moinho. Era um dardejador do povo-lagarto, que levava uma mensagem do líder (em dracônico, claro):

-- Nosso chefe ofereçe um presente a vocês como forma de gratidão por terem eliminado a velha bruxa do pântano. Todo o nosso povo também agradeçe -- ele faz uma reverência e prossegue: -- Além disso, fui enviado para servir de guia nessa região, pois nosso chefe se lembra de que vocês estão à procura de um dragão maligno, cuja eliminação também é de nosso interesse.

(parte da sessão do dia 5 de novembro)

Encontro de nível 5: 200 XP por jogador